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domingo, 24 de janeiro de 2010
Convite pessoal de Murillo Serra Costa
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Terça também é um bom dia....
Para lembrar que jamais devemos deixar morrer o moleque que vive em nós:
domingo, 10 de janeiro de 2010
Sugestão
Mais uma boa ferramenta experimental do Google:
http://fastflip.googlelabs.com/
Enjoy!
Murillo
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Editorial
Interessante que não houve repercussão na nossa mídia amestrada. Ser
chamado de ignorante e analfabeto pelo Caetano Veloso é uma coisa. Ser
chamado de ignorante pelo Washington Post, em Editorial, é outra
coisa...
A hug from Lula
Why Brazil's president offered a red carpet to Mahmoud Ahmadinejad
Friday, November 27, 2009
FOR SEVERAL years, U.S. policy in Latin America has aimed at forging a
partnership with Brazil. Like the Bush administration before it, the
Obama administration sees Latin America's largest country as an
emerging superpower whose economic dynamism and relatively stable
democracy make it a natural ally. But Brazil's potential has been
frequently overestimated in the past; an old saw says it will always
be the country of the future. And this week its popular but erratic
president, Luiz Inácio Lula da Silva, is doing his best to prove the
cynics right.
On Monday Mr. Lula literally gave a bear hug to Iranian President
Mahmoud Ahmadinejad, who thereby recorded a major advance in his
effort to prop up his shaky domestic and international standing.
Heading an extremist regime that is rejected by the majority of
Iranians -- and that has just spurned a compromise on its outlaw
nuclear program -- the Iranian president headed abroad in search of
friends. He found few: Gambia and Senegal in Africa; and Hugo Chávez's
Venezuela, along with two of its satellites, Bolivia and Nicaragua.
Mr. Ahmadinejad's world tour would have looked pathetic and served to
underline the growing isolation of his hard-line clique, if not for
the warm welcome from Mr. Lula. When even Russia is publicly
discussing new sanctions against Tehran, the Brazilian government
signed 13 cooperation agreements with the regime, prompting Mr.
Ahmadinejad to predict that bilateral trade would grow fifteenfold.
Mr. Lula had nothing to say about the bloody suppression of Iran's
pro-democracy reform movement, or Mr. Ahmadinejad's denial of the
Holocaust and Israel's right to exist. Instead he declared that Iran
has a right to its nuclear program. Mr. Ahmadinejad, in turn, endorsed
Brazil's bid for a permanent seat on the U.N. Security Council.
Mr. Lula showed why the West would be wise to keep that chair on hold.
His advocates say he invited the Iranian president because he aspires
to broker peace in the Middle East. If so, the Brazilian president
merely demonstrated his ignorance of the region. The Revolutionary
Guard faction that Mr. Ahmadinejad represents is the force most
implacably opposed to an Israeli-Arab settlement; that's why it backs
the terrorism of Hamas and Hezbollah. Mr. Lula's embrace of Mr.
Ahmadinejad will not change his fanaticism, but it may make him
stronger. It will also ensure that any attempt by Brazil to intervene
in the Middle East will be dismissed by Israel and mainstream Arab
governments
Brazil may yet become a regional power; Mr. Lula's mostly sensible
domestic policies have made it stronger. But if it is to acquire
global influence, Brazil will have to reform the anachronistic Third
Worldism that informs its foreign policy. By embracing pariahs such as
Mr. Ahmadinejad or attempting to position itself between the
democratic West and the world's rogue states, Brazil will merely
ensure that it remains the country of the future.
Resposta
Senhora Jornalista Miriam Leitão.
Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti,
em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES
BRASILEIROS de HOJE são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de
ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar
credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um
tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E
ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram
com convicção terem aprendido o que não podem fazer". Permita-me
discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois
fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas
militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou
demonstrar a minha tese.
No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará,
Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da
época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador
do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação
manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem.
Pelo contrário. Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei,
e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os
velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política
dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos
Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas
pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década
de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os
Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre
jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30,
apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que
abraçou o comunismo russo.
Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os
tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita
pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não
aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que
fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se
converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e
derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a
revolta de 38; nem deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de
seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas
raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que
estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não
coloque a culpa nos militares de Ontem.
Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam
dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da
esquerda. A senhora eve ter lido - pois àquela época não seria
nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre
Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental, fazendo greves
contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da
URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por
Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35)
foram afundados. Era a guerra, a proteção ao tráfego marítimo, a FEB e
seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As
Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os
políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem.
Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do
Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição.
Não se impôs MILITAR algum.
O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos
comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras
cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos" . Prefiro o primeiro
e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se
tinham os GULAGs. período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO
VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM -
e virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na
ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do
próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do
Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o
"livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas
ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São
Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a
História daqueles idos.
Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos
anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que
os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça. Os Militares de
Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que
vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis
nem feriram a ordem.
Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar
como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas
não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça.
A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio
Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas
divergências. Eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a
ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande
choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS
(1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os
intelectuais esquerdistas ficam sem rumo.
Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio
Quadros. Esperança da vassoura. Desastre total. Não foram os Militares
de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o
cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus
dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as
Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas
"vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello.
Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões
políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no
governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe
do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de
comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina
chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de
Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando
colocar o Exército na luta política.
Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília,
indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube
representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda,
Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos
(todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela
Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a
angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE
ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES
são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem. Minas desce.
Liderança primeira de civil; era Magalhães Pinto. Era a
contra-revoluçã o que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse
ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas
vésperas de 31 de março: haverá golpe. Não sabemos se deles ou nosso.
Não vamos ser hipócritas. A senhora, inteligente como é, deve ter
lido muitos livros que reportam a luta política daquela época
(exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de
Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda
desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob
Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada
pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968".
Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar
rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la
na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência
que praticou". Violência gera violência.
Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo, com
seus erros e virtudes, desenvolveram o País. Não vamos perder tempo
com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA.
João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos; e
Ulisses não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar
parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances
de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de
Brasileiro é no Brasil", como dizia.. Não esquecer o terceiro choque
sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa
esquerda não sabe desse fato histórico..
Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e
chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são
responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando
a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum
militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca,
mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José
Genoíno, e que tais. O que já se ouve, o que se escuta é o povo
dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da
"ditadura" era que se era feliz e não se sabia... Mas os Militares de
Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados
democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso. Os
militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE
HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que
políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções
justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. São sem
ética e sem moral, mas também despudorados. E o Brasil sofrendo, não
por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de
canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens.
Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta
carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio
atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo
econômico, mas não muito católicos ou evangélicos no campo político
por uma razão muito simples: parece que a senhora tem o vírus de uma
reacionária de esquerda.
Atenciosa e respeitosamente,
GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO.
(Um militar de ontem, que respeita os militares de hoje, que
pugnam pela Lei e a Ordem).
